{"id":1578,"date":"2020-01-17T13:30:47","date_gmt":"2020-01-17T16:30:47","guid":{"rendered":"http:\/\/razaoconsultoriaambiental.com.br\/?p=1578"},"modified":"2020-01-15T16:02:47","modified_gmt":"2020-01-15T19:02:47","slug":"plano-de-recuperacao-de-areas-degradadas-prad","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/razaoconsultoriaambiental.com.br\/?p=1578","title":{"rendered":"Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1reas Degradadas &#8211; PRAD"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"http:\/\/razaoconsultoriaambiental.com.br\/wp-content\/uploads\/2020\/01\/PRAD-2-1024x1024.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-1591\" width=\"700\" height=\"400\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>S\u00e3o in\u00fameras as atividades que promovem riscos ao\nmeio ambiente e que podem degradar os ecossistemas presente naquele local,\ncomprometendo tamb\u00e9m os recursos naturais. Com intuito de minimizar os impactos\nresultantes das \u00e1reas degradadas, foram criados instrumentos como PRAD &#8211; Plano\nde Recupera\u00e7\u00e3o Ambiental de \u00c1reas Degradadas. <\/p>\n\n\n\n<p>O PRAD trata-se de um estudo executivo detalhado, solicitado\npelos \u00f3rg\u00e3os ambientais, como parte integrante do processo de licenciamento de\natividades degradadoras ou pass\u00edveis de causarem modifica\u00e7\u00f5es no meio ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a Instru\u00e7\u00e3o Normativa IBAMA n\u00ba 04\/2011,\no PRAD dever\u00e1 reunir informa\u00e7\u00f5es, diagn\u00f3sticos, levantamentos e estudos que\npermitam a avalia\u00e7\u00e3o da degrada\u00e7\u00e3o ou altera\u00e7\u00e3o ambiental, al\u00e9m das respectivas\nmedidas adequadas \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, em conformidade com as especifica\u00e7\u00f5es\ndo Termo de Refer\u00eancia constante nos anexos da IN.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c1rea Degradada \u00e9 aquela que sofreu, em algum grau,\nperturba\u00e7\u00f5es em sua integridade, sejam elas de natureza f\u00edsica, qu\u00edmica ou\nbiol\u00f3gica. Recupera\u00e7\u00e3o, por sua vez, \u00e9 a revers\u00e3o de uma condi\u00e7\u00e3o degradada\npara uma condi\u00e7\u00e3o n\u00e3o degradada (Majoer, 1989), independente do seu estado\noriginal e da sua destina\u00e7\u00e3o futura. A recupera\u00e7\u00e3o de uma certa \u00e1rea degradada\ndeve ter como objetivo primordial recuperar sua integridade f\u00edsica, qu\u00edmica e\nbiol\u00f3gica, e ao mesmo tempo, recuperar sua capacidade produtiva, seja na\nprodu\u00e7\u00e3o de alimentos e mat\u00e9rias-primas ou na presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os ambientais (Embrapa,\n2015).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Constitui\u00e7\u00e3o Federal, \u00e9 obrigat\u00f3rio para todos\nos empreendimentos miner\u00e1rios a apresenta\u00e7\u00e3o do Plano de Recupera\u00e7\u00e3o de \u00c1reas\nDegradadas, que deve ser previsto obrigatoriamente no \u00e2mbito do Licenciamento\nAmbiental. O Art. 255 estabelece que: \u201cAquele que explorar os recursos minerais\nfica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado, de acordo com solu\u00e7\u00e3o\nt\u00e9cnica exigida pelo \u00f3rg\u00e3o p\u00fablico competente, na forma da Lei\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Tecnicamente, o PRAD apresenta um conjunto de\ncrit\u00e9rios que garantem \u00e0 \u00e1rea degradada as condi\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o e\nequil\u00edbrio ambiental, de acordo com as caracter\u00edsticas dos ecossistemas locais.\nA recupera\u00e7\u00e3o acontece atrav\u00e9s de um plano que considera os aspectos\nambientais, est\u00e9ticos e sociais, de acordo com a destina\u00e7\u00e3o futura que se\npretende dar \u00e0 \u00e1rea, permitindo um novo equil\u00edbrio ecol\u00f3gico. Sendo assim, o m\u00e9todo\nde escolha para a recupera\u00e7\u00e3o ou restaura\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o deve ser definido\nconforme as caracter\u00edsticas bi\u00f3ticas e abi\u00f3ticas da \u00e1rea, a partir do\nconhecimento pr\u00e9vio sobre os impactos causados, bem como avalia\u00e7\u00e3o da\ncapacidade de resili\u00eancia da vegeta\u00e7\u00e3o e possibilidades de sucess\u00e3o secund\u00e1ria,\ncom a devida justificativa t\u00e9cnica. <\/p>\n\n\n\n<p>Seja qual for o foco e as t\u00e9cnicas propostas no PRAD,\nas proposi\u00e7\u00f5es devem ser embasadas em aspectos de seguran\u00e7a e voca\u00e7\u00e3o\nsocioambiental, bem como nas peculiaridades do dano e do local, al\u00e9m de proteger\na \u00e1rea de fatores que possam prejudicar o processo de retorno da qualidade\nambiental da \u00e1rea afetada. <\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: ICMBio, 2020. Embrapa, 2020.                                                                                     IBAMA, 2020.                                                                                                                    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>S\u00e3o in\u00fameras as atividades que promovem riscos ao meio ambiente e que podem degradar os ecossistemas presente naquele local, comprometendo tamb\u00e9m os recursos naturais. Com intuito de minimizar os impactos resultantes das \u00e1reas degradadas, foram criados instrumentos como PRAD &#8211; Plano de Recupera\u00e7\u00e3o Ambiental de \u00c1reas Degradadas. 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